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LANCES FINAIS
Raphaela Melsohn
Lote 094
REPEAT REPEAT REPEAT #1
Raphaela Melsohn
Lote 094
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Lances iniciais em 19/10
REPEAT REPEAT REPEAT #1, 2024

Cerâmica

32 x 78 x 65,5 cm
R$ 26600,00
lance inicial
Confira os lances

Raphaela Melsohn (1993) se interessa por construir objetos e espaços que impliquem a presença de nossos corpos, provocando alternativas por meio da colaboração, contaminação e não hierarquização. Rachaduras, fluxos, buracos, formas orgânicas e pegadas presentes em seus trabalhos tensionam e reconfiguram normas sociais e espaciais.

Mestre em artes visuais pela Columbia University (2022) e bacharel em artes visuais pela FAAP (2016). Entre suas exposições estão as individuais Cortando linha se faz espaço, Galeria LABOR (2024); Uma casa feita de chão, Marli Matsumoto (2023); e Investigações em VÍDEO: registro, deslocamento do olhar e FORMAS DE PENSAR, MIS (2016). Dentre exposições coletivas destacam-se Nada acontece duas vezes, duo com Pedro França, Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (2025); After Eden, RGR (2024); Antes e Agora, Longe e Aqui Dentro, Museu Oscar Niemeyer (2024); Por muito tempo acreditei ter sonhado que era livre Arte Atual, Instituto Tomie Ohtake (2022). Foi artista residente na SURO (MX), Frans Masereel Centrum (BE), AZ West (US), YBYTU (BR), Pivô (BR) e Red Gate Residency (CH). Em 2022 foi comissionada para fazer um trabalho público relacionado ao Subterranean Project de Hélio Oiticica no Socrates Sculpture Park em Nova York.

REPEAT REPEAT REPEAT #1 (2024) é uma obra composta por seis peças de cerâmica nas quais se pode observar as marcas de dedo deixadas pelo movimento repetitivo das mãos da artista. Nas palavras de Mehlson:

“Repito repito repito os dedos na argila até subirem colunas.
Quando cru, a instrução é: 20 cm de diâmetro, 1,70 de altura.
De novo e de novo.
Mesma argila, dias diferentes, temperaturas diferentes. Mão e corpo cansados, às vezes.
Uma lista de verbos sempre parece acompanhar, mas se limita a instruções iniciais e finais.
Faço 6, porque 6 é um conjunto que oferece possibilidades suficientes. Montamos e remontamos juntos, construímos espaços distintos para percorremos.
Dutos abertos, fluxos constantes.
Ouvi dizer que lembram casulos, módulos de abrigo e passagem.
O positivo dos dedos está lá como pegada do gesto que repito repito repito.”