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LANCES INICIAIS
LANCES FINAIS
Solon Ribeiro
Lote 008
Quando o cinema se desfaz em fotograma Nº2 º 2
Solon Ribeiro
Lote 008
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Lances iniciais em 19/10
Quando o cinema se desfaz em fotograma Nº2 º 2 (Quando o cinema se desfaz em fotograma), 2009

Fotografia. Ed. 1/5

92 x 62 x 3 cm
R$ 7000,00
lance inicial
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Solon Ribeiro (1960) tem pautados seus trabalhos na experimentação, com ênfase no fenômeno contemporâneo da saturação de imagens.

Formado em comunicação e arte pela École nationale supérieure des arts décoratifs, Paris, tem diploma revalidado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em desenho industrial com habilitação em programação visual. É autor dos livros Lambe-lambe: pequena história da fotografia popular e O golpe do corte.

Participou de exposições como: Quando o cinema se desfaz, MIS Museu da Imagem e do Som, São Paulo, e Museu de Artes e Ofícios, Belo Horizonte; São Paulo não é uma cidade – Invenções do Centro, SESC 24 de Maio, São Paulo; A Fotografia em Perspectiva, Museu de Arte Moderna de São Paulo; e O Cinema é Meu Playground, MAC Centro Dragão do Mar, Fortaleza. Além disso, tem obras em coleções públicas como: Museu de Arte Moderna de São Paulo; Funarte – Fundação Nacional de Arte, Rio de Janeiro; Centro Cultural Banco do Nordeste, Fortaleza; Museu de Belas Artes, Rio de Janeiro; e Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, Recife.

Quando o cinema se desfaz em fotograma Nº2 º 2 (2009) foi criada a partir da projeção de um frame da atriz Dorothy Lamour, do filme A princesa das selvas (1936), dirigido por Wilhelm Thiele. A imagem foi projetada no jardim do Theatro José de Alencar, concebido por Burle Marx, criando um cruzamento poético entre cinema, arquitetura e paisagem.

As ações que Ribeiro desenvolve, tanto no cinema quanto na fotografia, buscam problematizar o estatuto do arquivo. Seu interesse é desconstruir a relação que ele mantém com o passado, a fim de experimentar outros modos de fazer arte, subvertendo regras de apresentação e de representação do real.

O princípio estético que orienta as experiências do artista é a arte da montagem, evidenciada pela recorrência de determinados frames e pela reiteração ou transformação de dispositivos. Ao retirar os fotogramas de sua narrativa original, busca liberá-las e deslocá-las para outros contextos, abrindo espaço para novas leituras e fruições.