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LANCES INICIAIS
LANCES FINAIS
Pàulla Scàvazzini
Lote 049
Eclipse da Mata
Pàulla Scàvazzini
Lote 049
Arrematada CADASTRE-SE
Lances iniciais em 19/10
Eclipse da Mata (Cápsulas), 2025

Óleo sobre vidro

70 x 50 x 0,5 cm
R$ 11900,00
lance inicial
Confira os lances

Pàulla Scàvazzini (1990) vive e trabalha em São Paulo. Começou sua educação em arquitetura e urbanismo na Universidade Presbiteriana Mackenzie (2009), formou-se em artes plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (2014) e possui licenciatura em educação artística pela Faculdade Santa Marcelina (2016).

Acumulando mais de uma década de experiência profissional, sua pesquisa com a pintura passou por retratos, pinturas-objetos, animais, formações florais, “paisagens abstraídas” e instalações, os quais são marcados pela gestualidade, pela vibração das cores e pelo diálogo lúdico entre realidade e ficção.

Seu trabalho pode ser encontrado em importantes coleções públicas como as do Museu de Arte Brasileira – MAB/FAAP e do Museu Inimá de Paula. A artista teve exposições individuais em locais como School of Visual Arts, Nova York (2025); Projeto Vênus, São Paulo (2021); Cité internationale des arts, Paris (2018); Museu de Arte Brasileira, MAB/FAAP, São Paulo (2018); Zaratan, Lisboa (2017). E exposições coletivas no Paço das Artes, São Paulo (2024); Museu de Arte Sacra, São Paulo (2023); Grand Palais, Paris (2019), entre outras. Foi selecionada para residências artísticas na School of Visual Arts, em Nova York, em 2025; na Cité internationale des arts, em Paris, em 2018 e 2022; e na Zaratan – Arte Contemporânea, em Lisboa, em 2017.

Eclipse da mata (2025) revela uma busca por expandir os limites da pintura, articulando gestualidade intensa, estudo cromático cuidadoso e materialidade escultórica, com a atmosfera criada no espaço em que se insere. O diálogo entre o pictórico e o ambiente ecoa as reminiscências da formação em arquitetura da artista, aproximando cor, fatura, composição e escala da experiência sensorial do espectador. Esses elementos partem de referências à exuberância da botânica tropical brasileira — uma matriz recorrente nas paisagens criadas —, mas avançam para expressar o caos apocalíptico presente na conjuntura contemporânea global. A obra é parte da série Cápsulas, na qual cada cápsula atua como uma possível parte de uma pintura em maior escala.