Lances iniciais em 19/10
Letraset, guache e película difusora
Pedro Zylbersztajn (1993) é um artista e pesquisador que faz desenhos, textos, performances, sons, instalações e vídeos buscando provocar pequenas alterações nos protocolos de manutenção da vida cotidiana.
Entre suas atividades, destacam-se exposições em instituições e galerias como Americas Society (Nova York), Palais des Beaux-arts de Paris, la_cápsula (Zurique), casamata (Rio de Janeiro), Maputo Fast Forward (Maputo), Musée d’Art et d’Histoire (Genebra), CAN (Neuchâtel), Art & Essai (Rennes) e RGR (Cidade do México), além de participações na 2ª FRONT International Triennial (Cleveland, EUA 2022) e na 12ª Bienal de Arquitetura de São Paulo (2019).
Foi residente no Pivô (Brasil, 2020), na Villa Sträuli (Suíça, 2023), na coleção moraes-barbosa (Brasil, 2024) e na Fundación Mar Adentro/Institute for Postnatural Studies (Chile, 2025). Em 2023, realizou uma instalação comissionada permanente na biblioteca do Pivô. Em 2024, teve seu perfil publicado pela revista Art in America (EUA) como um dos 20 Novos Talentos em destaque no ano. Foi fellow no programa Art by Translation (França, 2019-2021) e é mestre em arte, cultura e tecnologia pelo MIT (EUA).
O desenho cinco perdas em dois segundos (2025) vem de uma prática contínua no trabalho do artista, que observa como o gesto de inventariar, classificar e enumerar objetos é representado e aplicado em diversas infraestruturas de arquivo e informação. A partir disso, Zylbersztajn tem o hábito de emular essa prática em situações cada vez mais absurdas ou intangíveis. É um trabalho quase silencioso que entende suas próprias limitações e que, ao tentar reduzir uma sensação impossível de dimensionar em abstrações visuais e informacionais, busca enunciar as limitações de outros sistemas que usam esses mesmos recursos.




