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LANCES INICIAIS
LANCES FINAIS
Adriana Coppio
Lote 003
Cogumelos e Arco-Íris
Adriana Coppio
Lote 003
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Lances iniciais em 19/10
Cogumelos e Arco-Íris (Cogumelos), 2025

Acrílica sobre tela. Ed. única

32 x 23 x 3,5 cm
R$ 10500,00
lance inicial
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Adriana Coppio (1978) vive e trabalha em São Paulo. É formada pela FAAP – Fundação Armando Álvares Penteado, com bacharelado em educação artística. Em 2000, foi estudante convidada na ECAV – École Cantonale d’Art du Valais, Suíça, onde morou por dois anos. Em 2003, trabalhou na decoração do teatro Les Misérables, com direção de Olivier Duperrex, em Vérossaz, Suíça. Em 1999, ganhou o 1º Prêmio na Anual de Arte da FAAP.

Dentre as exposições individuais recentes, destacam-se: Vidas Secas — exposição e lançamento do livro pela editora Antofágica (2024), no Projeto Vênus, São Paulo; Mãe da Lua, curadoria de Victor Gorgulho, na Alban Galeria, Salvador (2023); Capim d’Angola, curadoria de Victor Gorgulho (2022), e Sumidouro (2020), ambas no Projeto Vênus, São Paulo; além de Eclipse Ordinário, na Casa da Luz, São Paulo (2019).

Entre as principais exposições coletivas recentes, estão: O Vôo da Libélula, curadoria de Marcos Amaro, no FAMA Museu, Itu (2024); Farra Bunda, curadoria de Felipe Molitor e Felipe Barsuglia, São Paulo (2023); Visions of Paradise, do Projeto Vênus na Galeria Jaqueline Martins, Bruxelas; e Apocalypse Now: são tantos os apocalipses, co-curadoria de Rafael Bqueer e Ricardo Sardenberg, no Projeto Vênus, São Paulo (2022). Também participou de Breves Narrativas de Sonho, curadoria de Mario Gioia, na Casa da Luz (2020), e A Parte Maldita: um esboço, curadoria de Ricardo Sardenberg, na SIM Galeria, São Paulo (2019).

Cogumelos e Arco-íris (2025), da série Cogumelos, surge de uma observação apurada da artista de seu entorno, e do maravilhamento causado por cada elemento da natureza, mesmo os mais simples e facilmente encontrados. A cena retratada na pintura possui um viés onírico e o cogumelo, bem como o arco-íris, resgata um interesse muitas vezes associado à infância – época de constantes descobertas, que são vivenciadas como pequenos milagres.