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LANCES INICIAIS
LANCES FINAIS
Florencia Martinez Aysa
Lote 173
Crisopea
Florencia Martinez Aysa
Lote 173
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Lances iniciais em 19/10
Crisopea, 2025

Bronze, abrolhos e xilogravura (impressões sobre papel Hahnemühle 200g). Ed. única

115 x 102,5 x 25 cm
R$ 7000,00
lance inicial
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Florencia Martínez Aysa (1994) é artista visual e professora de comunicação visual formada pelo IPA. Possui pós-graduação em Arte, Comunicação e Memória (FLACSO, Argentina), cursou Artes Plásticas e Visuais na Faculdade de Artes (UDELAR) e foi cofundadora do coletivo feminista La Truca. Expõe individual e coletivamente desde 2012 no Uruguai e no exterior.

Em 2026, participará do 69º Salon de Montrouge, na França. Atualmente, expõe no Museo Nacional de Artes Visuales Uruguay e realiza residência no Pivô Arte e Pesquisa, em São Paulo, dentro do programa FAARA Conecta da Fundación Ama Amoedo. Em 2025, integrou o júri dos Fondos Regionales MEC e apresentou uma exposição individual na Alianza Francesa de Montevideo, com curadoria de Ce Vignolo. Nesse mesmo ano, foi residente na Casa Snowapple (México) por meio da bolsa Wilderness.

Já foi selecionada para prêmios como 61° Premio Nacional de Artes Visuales – Clever Lara, e 59° Premio Nacional de Artes Visuales Margaret Whyte (EAC Montevideo); e participou de residências em instituições como AADK, Múrcia, Cité Internationale des Arts, Paris, e Jabutipê, Porto Alegre.

Crisopea (2025) se desenvolve a partir do abrojo [abrolhos], um símbolo botânico que, para a artista, representa insubordinação e insubmissão, pois possui mecanismos e comportamentos de sobrevivência e adaptação. Na infância, Martinez Aysa costumava brincar com os abrojos e usá-los como poderosas armas. Hoje, apropria-se deles, em entrecruzamentos formais e simbólicos.

Desde que começou a investigar a planta, a artista a utiliza para representar feridas emocionais. Usa os abrojos como joias, como troféus de batalhas vencidas. “Com os abrojos mapeados no território, relaciono minha ferida ao lugar. Minha pele, que era a superfície de suporte desses assemblages, passa a ser a terra onde eles crescem — planto memória e abrojos”, diz a artista. Para ela, a planta se torna um ícone que representa o processo de adaptação a um ambiente hostil, sem perder suas características vitais – adaptações para permanecer fiel à própria natureza.