Lances iniciais em 19/10
Argila e resina
Ygor Landarin (1995) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Em sua obra, trata das memórias e heranças visuais advindas da relação com a cidade onde cresceu. Encontra na arqueologia interesses que se desdobram em arte, compondo abstrações que possuem relação com concheiros e sambaquis.
Trabalha com a artista Brígida Baltar desde 2017, compondo atualmente a equipe de conservação, memória e continuidade de projetos do Instituto Brígida Baltar.
Formado pela Escola de Artes Visuais do Parque Lage, Landarin foi selecionado no curso Formação e Deformação, além de ser bolsista do curso Imersões Poéticas, da Escola Sem Sítio. Participou da mostra de filmes da Bienal de Coimbra (2024), da mostra Nise, no CCBB Brasília, e da residência artística FAAP (2019). Possui obras na coleção do Museu de Arte do Rio – MAR.
Jaguara II (2023) surge no período em que o artista passa a experimentar com argila e resina. “Jaguara” é um termo utilizado no local onde Landarin cresceu para designar quem é “pilantra”. Assim, ele se interessa pela relação entre o aspecto material da obra, que possui certa semelhança com a textura da pele de alguns felinos, e sua memória de um vocabulário comum daquele determinado lugar. Jaguara II já esteve presente na exposição Bronze Noturno, realizada com curadoria de Daniela Avellar, Deborah Zapata e Renato Canivello na Galeria Refresco, Rio de Janeiro (2024).




