Lances iniciais em 19/10
Nanquim sobre papel
Lidia Lisbôa (1970) vive e trabalha em São Paulo. Sua prática se desenvolve em suportes distintos, sobretudo a escultura, o crochê, em performances e em desenhos. Sua pesquisa tem a tessitura de biografias como eixo fundamental, percorrendo os pólos da paisagem, do corpo e da memória ao utilizar materiais nas quais se imprime o gesto e a mão da artista. Resultado de uma prática artística constante que se mistura à vida, na obra de Lisbôa, a costura e a criação de narrativas se colocam como exercício de construção subjetiva e, portanto, de cura e ressignificação.
Lisbôa integra a 36ª Bienal de São Paulo e já realizou individuais na Millan, São Paulo (2024; 2022); MAR, Rio de Janeiro (2024); e Sesc Pompéia, São Paulo, Brasil (2023). Também participou do 37º Panorama da Arte Brasileira, São Paulo (2022); e da 13ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2022). Tem obras na coleção de instituições como ISLAA, Nova York; El Museo del Barrio, Nova York; MARGS, Porto Alegre; Sesc São Paulo; Princeton University Art Museum; e Pinacoteca de São Paulo.
Correntes do bem, do mal, da água, da alegria e da tristeza. Sem título (2025), faz parte da série Correntes, que fala das forças que nos atravessam e nos conectam, em movimentos que às vezes nos prendem, e às vezes nos libertam, mas sempre nos lembram de que fazemos parte de um mesmo fluxo.




