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LANCES INICIAIS
LANCES FINAIS
Ana Hortides
Lote 123
Estrela cadente
Ana Hortides
Lote 123
Arrematada CADASTRE-SE
Lances iniciais em 19/10
Estrela cadente (Platibanda), 2025

Concreto e cerâmica. Ed. única

28 x 72 x 8 cm
R$ 4900,00
lance inicial
Confira os lances

Ana Hortides (1989) vive e trabalha entre Rio de Janeiro e São Paulo. Pesquisa e desenvolve uma poética artística em torno das questões políticas e sociais que envolvem a casa, o íntimo, a construção civil popular, a arquitetura e o subúrbio, investigando-as em suas dimensões materiais, conceituais e simbólicas.

Seu trabalho integra coleções como Salón ACME (México), Museu de Arte do Rio e Museu Nacional de Belas Artes (RJ). Participou das residências artísticas FAAP (2023) e Pivô Arte e Pesquisa (2022), em São Paulo. Foi indicada ao Prêmio PIPA (2021) e contemplada em editais como Fluxos Fluminenses (2024), Sesc Pulsar (2023) e Fomento Carioca (2022).

Entre suas exposições recentes estão a individual Casa Própria (Paço Imperial, RJ, 2025); e as coletivas Essa cidade sempre maravilhosa (Galeria Nara Roesler, 2024); Meu Lugar (Museu de Arte do Rio, 2024); MUAMBA – Brazilian Traces of Movement (Ruby Cruel, Londres, 2023); Outras Imaginações Políticas (MAM Rio, 2022); REBU (EAV Parque Lage, 2021-2022); Casa Carioca (Museu de Arte do Rio, 2020-2021); além do projeto de arte pública Ao Ar, Livre (São Paulo, Chile e México, 2020).

É doutoranda em artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), mestre em estudos contemporâneos das artes pela Universidade Federal Fluminense (2016) e graduada em produção cultural pela mesma instituição (2012). Estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro.​

Estrela cadente (2025) integra a série Platibanda, na qual Hortides investiga a arquitetura popular e as fachadas de casas autoconstruídas no Brasil. A escultura é revestida por caquinhos cerâmicos, material que remete à tradição de ornamentos improvisados das platibandas em subúrbios e periferias, ressignificando sua materialidade e forma em gesto artístico.

Ao assumir a figura de uma estrela cadente, a obra tensiona o encontro entre o cósmico e o doméstico, entre o instante fugaz e a permanência do ornamento. No diálogo entre arquitetura e escultura, a artista constrói uma poética crítica em torno da casa, da memória e da autoconstrução, revelando sua potência simbólica e política.