Lances iniciais em 19/10
Flor de Clitoria Ternatea
Juliana dos Santos (1987) é doutora em artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista (UNESP). Apresenta atualmente a individual Temporã na Pinacoteca de São Paulo e integra a 36ª Bienal de São Paulo. Participou do Programa Público de Residência Artística no Sertão Negro, realizado pela 35ª Bienal de São Paulo (2023). Em 2018, como artista residente, lecionou no Departamento de Pintura Contextual da Academia de Belas Artes de Viena, Áustria.
Sem Título (Experiência Azul) (2020) dialoga com a curiosidade da artista sobre a inter-relação entre a cor azul da flor Clitoria ternatea e a experiência negra e afro-diaspórica no Brasil. Nas palavras de Mateus Nunes, “Seu trabalho é impulsionado pelo desejo de desafiar as tradições eurocêntricas limitantes sobre percepção e representação, por meio da exploração de expansões sensoriais (…) O azul, usualmente associado a estados de elevação, beleza e intangibilidade em determinados contextos culturais, está presente nos trabalhos da artista a partir de complexas etapas de processamento da flor Clitoria ternatea, cultivada por uma família de São Félix, no Recôncavo Baiano, com quem colabora há anos: Nilton Cesar dos Santos e Edilene Costa de Jesus dos Santos”.




