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LANCES FINAIS
Maria Lynch
Lote 119
Vortex
Maria Lynch
Lote 119
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Lances iniciais em 27/11
Vortex, 2021

Acrílica sobre tela – Edição única – Assinada

120 x 170cm
R$ 29400,00
lance inicial
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Maria Lynch (Rio de Janeiro, 1981) vive e trabalha entre Rio de Janeiro e Nova York. É formada pela Chelsea College of Art and Design, Londres, onde concluiu pós-graduação e mestrado em 2008. Principais exposições: ‘The Jerwood Drawing Prize’ com itinerância por Londres e outras cidades da Inglaterra, 2008. ‘Nova Arte Nova’ no CCBB, RJ e São Paulo, 2008. Ganhou o Prêmio Funarte de Artes Plásticas Marcantônio Vilaça, participou da exposição Performance Presente Futuro Vol III, Oi Futuro, RJ. Em 2011 foi artista convidada para a 6º Bienal de Curitiba VentoSul e em 2012 foi convidada para expor no Paço Imperial, RJ e para a Residência artística Bordalo Pinheiro em Lisboa, Portugal. Foi também convidada para expor nas Olimpíadas de Londres, 2012 no Barbican. Em 2014 fez residência artística na RU, em Nova Iorque, e no mesmo ano ganhou um prêmio do Consulado do Brasil nos EUA para fazer a exposição individual com a instalação Ocupação Macia no Festival Ideas City do New Museum. Em 2016 fez a exposição individual Spaces and Spectacle na Wilding Cran Gallery em Los Angeles. Em 2017 fez a individual Máquina Devir, no Oi Futuro. Em 2018 fez a  exposição Black Over White, selecionada para o prêmio ‘Pacific Standard Point’ que ocorreu na Wilding Cran Gallery LA, USA. Participou de algumas exposições, como a TRIO Bienal e a Coleção de Mulheres do Museu de Arte do Rio – MAR. Em 2019 fez a exposição individual Talismã na Baró galeria e a residência Wozen em Lisboa. Coleções públicas;  MAR, Museo de Arte do Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea Niterói, Brasil, Centro Cultural Cândido Mendes, Rio de Janeiro, Brasil, Committee for Olympic Fine Arts 2012 , London, UK, Coleção Gilberto Chateaubriand, Brasil/MAM-RJ, Rio de Janeiro, Ministério das Relações Exteriores – Palácio do Itamaraty, DF, Brasil.

Nas palavras da curadora e crítica Ligia Canongia: “No território de Maria Lynch, tudo parece ser uma agregação fabulosa de realidade e ficção, em narrativas descontínuas, cujos acontecimentos não são mais do que flashes de situações e personagens impossíveis. E ali tudo é curvo, redondo e tátil: um mundo onde não há linha reta, onde as coisas se entrelaçam, se fundem, se engolem ou se expelem uma das outras. Com uma poética que beira o gênero fantástico e faz da arte um universo povoado por entidades insólitas e amorfas, Lynch subverte os sistemas lógicos estabelecidos e o discurso da racionalidade, ao mesmo tempo em que camufla a acidez crítica do trabalho com a exaltação festiva do colorido”.