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Dora Smék
Lote 111
Alegoria #6
Dora Smék
Lote 111
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Lances iniciais em 19/10
Alegoria #6 (Simétricos Psicofísicos), 2023

Ferro fundido. Ed. única

58 x 49,5 x 11,5 cm
R$ 17500,00
lance inicial
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Dora Smék (1987) vive e trabalha em São Paulo. Seu trabalho investiga o corpo em situações de oposição, fluxo e crise. Oriunda da dança, sua produção aborda o inconsciente e a sexualidade em esculturas, instalações, fotografias, vídeos e performances.

Mestra em artes visuais pela Unicamp e graduada em artes do corpo pela PUC-SP, entre suas exposições, destacam-se: A dança do corpo sem cabeça, Central Galeria (São Paulo, 2021); e Opositores, (Smék Setúbal) em colaboração com Paul Setúbal, na Central Galeria (São Paulo, 2022). Entre suas coletivas recentes, estão: Nosotras, Dagoberto Rodriguíez Studio (Madrid, Espanha, 2023); 13ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, 2022); No presente a vida (é) política, Central Galeria (São Paulo, 2020); Arte Londrina 8 (Londrina, 2020); Hinter dem Horizont, Reiners Contemporary Art/Sammlung Jakob (Freiburg, Alemanha, 2020); Mulheres na Arte Brasileira: Entre Dois Vértices, CCSP (São Paulo, 2019); 47. Salão de Arte Contemporânea Luiz Sacilotto (Santo André, 2019). Sua obra está presente em coleções públicas como o Museu de Arte do Rio (Rio de Janeiro), Museu Nacional de Belas Artes (Rio de Janeiro), e Casa da Cultura da América Latina (DF).

Alegoria #6 (2023) faz parte da série Simétricos Psicofísicos, inspirada no teste psicológico de Rorschach, no qual pranchas com manchas de tinta são interpretadas pelos pacientes, que as associam a formas reconhecíveis de seu imaginário. Embora controverso, o teste, que busca traçar um perfil psicológico da pessoa, faz parte da cultura geral.

Diferente das pranchas bidimensionais do teste, na série o exercício é criar um possível volume tridimensional a partir dos borrões de tinta. As esculturas podem ser apoiadas em diferentes superfícies ou penduradas na parede, ampliando a multiplicidade de associações possíveis.

As esculturas são produzidas a partir de modelos anatômicos de ossos humanos. Assim, ao mesmo tempo em que o observador se depara com certa liberdade, pelas infinitas possibilidades de associação, ele também se reconhece nos fragmentos que expõe a fisicalidade mais profunda e comum do corpo, o osso.