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LANCES FINAIS
Pedro Victor Brandão
Lote 109
Sem título #9
Pedro Victor Brandão
Lote 109
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Lances iniciais em 27/11
Sem título #9, 2003

Arquivo digital, token não-fungível e fotografia em gelatina e prata – Edição única – Assinada – Com moldura

16916 x 21600 px (arquivo digital) | 8 x 10 cm (impressão única)
R$ 15750,00
lance inicial
Confira os lances

Pedro Victor Brandão (Rio de Janeiro, 1985) vive e trabalha no Rio de Janeiro. É graduado em Fotografia pela Universidade Estácio de Sá e frequentou cursos livres da Escola de Artes Visuais do Parque Lage e da Universidade de Verão no Capacete. Trabalha com diferentes paisagens políticas em pesquisas sobre economia, direito à cidade, cibernética social e a atual natureza manipulável da imagem técnica. Suas exposições individuais incluem: Pintura Antifurto, Casa França-Brasil (Rio de Janeiro, 2011); Tela Preparada, Sé Galeria (São Paulo, 2016) e Forjada e Outras Formas, Portas Vilaseca Galeria (Rio de Janeiro, 2019). Exposições coletivas incluem: Novas Aquisições 2012/2014 – Coleção Gilberto Chateaubriand, Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro, 2014); Vivemos na melhor cidade da América do Sul, Fundação Iberê Camargo (Porto Alegre, 2017); DURA LEX, SED LEX, Centro Cultural Parque de España (Rosario, 2017); Take Me (I’m Yours), Villa Medici (Roma, 2018) e O Rio é uma Serpente – III Frestas Trienal de Artes, SESC Sorocaba (2021). Além disso, foi premiado no 11º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia, em 2010 e nomeado ao 11º Prêmio PIPA em 2020. Participou das residências Pivô Arte e Pesquisa (São Paulo, 2018), da Residência Artística FAAP (São Paulo, 2017), Lastro Centroamérica (Cidade do Panamá, 2015), Z/KU – Zentrum für Kunst und Urbanistik (Berlim, 2014), e Cité Internationale des Arts (Paris, 2012).

Sem Título #9, de 2003, faz parte da série Provas de Trabalho. O trabalho consiste em um conjunto de impressões analógicas feitas pelo artista entre 1992 e 2012, e transformadas em instrumentos financeiros em 2021. As imagens foram escaneadas em alta resolução e emitidas como tokens não-fungíveis (TNFs), firmando uma existência digital derivativa. Para cada item tokenizado vendido, reserva-se 10% do valor para o Fundo Acerola, destinado à aquisições de TNFs criados por outras/os artistas.