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LANCES FINAIS
Letícia Ramos
Lote 082
Light Photogramm III
Letícia Ramos
Lote 082
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Lances iniciais em 27/11
Light Photogramm III, 2013

Gelatina de prata sobre papel fibra – Edição única – Com moldura

120 x 100 cm
R$ 28875,00
lance inicial
Confira os lances

Letícia Ramos (Santo Antônio da Patrulha, 1976) vive e trabalha em São Paulo. A sua investigação artística centra-se na criação de aparatos fotográficos adequados para captar e reconstruir o movimento e apresentá-lo através do vídeo, da fotografia e da instalação. Com particular interesse pela ciência da ficção, desenvolveu romances geográficos complexos em algumas das suas séries, como ERBF, Bitácora e Vostok. O acaso, assim como a experimentação com a fotografia e o processo artístico são direções que podem ser vistas em seu trabalho. Exposições individuais recentes: Resiliency and Reverberation, Mendes Wood DM (Nova York, 2019); História Universal dos Terremotos, Pivô (São Paulo, 2018);  Planisphere, Mendes Wood DM (São Paulo, 2017); História Universal dos Terremotos, Itinerarios XXIII, Fundación Botín (Santander, 2017). Exposições coletivas recentes:  EnormousBalls, Mendes Wood DM (Bruxelas, 2020); Terra Trema, Thomas Dane Gallery, (Napoli, 2019); REVOLUTIONAZE, Mystetski Arsenal (Kiev, 2018); O Triângulo Atlântico, 11ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul (Porto Alegre, 2018); corpoacorpo, IMS Instituto Moreira Salles (Rio de Janeiro, 2018). Biennale Jogja XII (Jogja, Indonesia, 2017).

A artista explica: “Comecei minha pesquisa em fotografia construindo minhas próprias câmeras para criar novas paisagens, depois construindo maquetes para criar ficções. Em light fotogram, a câmera, a maquete e a paisagem natural deixam de existir e passo a tratar da matéria da própria luz e da fotografia sem câmera . Fotogramas são fotografias realizadas diretamente no papel fotográfico sem a utilização de câmeras, apenas a projeção da luz e as sombras dos objetos que estiverem sobre o papel formarão a imagem única que torna-se por si só um vestígio da própria experiência. Na série light photogram construí esculturas de luz que foram apoiadas diretamente sobre um papel fotossensível em gelatina e prata criando um novo espaço geométrico tridimensional. Estas esculturas foram inspiradas naquelas utilizadas no campo da física experimental e que demonstram o comprimento de alcance da luz assim como sua mudança de direção e força quando refletidas no espelho. Este trabalho faz parte de uma série de experimentos científicos no campo da  física sobre a matéria da fotografia que acompanham minhas pesquisas na criação de paisagens impossíveis e servem de elemento estético na composição das minhas narrativas ficcionais que vagueiam entre a arte e a ciência.”