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LANCES FINAIS
Marina Simão
Lote 081
Sem titulo
VENDIDO!
Marina Simão
Lote 081
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Lances iniciais em 18/11
Sem titulo, 2022

Óleo sobre linho

60 x 50 x 4 cm
R$ 204750,00
lance inicial
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Marina Simão (Vitória, 1981) vive e trabalha em São Paulo, Brasil. Suas exposições recentes incluem Onda, Pace, Londres (2022); 5 pinturas, Mendes Wood DM, São Paulo (2022); Observatory, Sifang Art Museum, Jiangsu (2021); Sonia Gomes & Marina Perez Simão, Pace, East Hampton (2020); Éveils Maritimes, Mendes Wood DM, Bruxelas (2020); Landscapes of the South, Mendes Wood DM, Nova York (2020); Veredas, Mendes Wood DM, São Paulo, (2019); Our dog-eyes, Mendes Wood DM, São Paulo (2018); Miniature, Embaixada do Brasil, Roma (2016).

Marina Simão trabalha por meio de um processo baseado fundamentalmente no acúmulo e na justaposição de memórias e imagens. Ao cruzar vivências pessoais com múltiplas referências — vindas de áreas como filosofia, literatura e jornalismo — a artista coleta certas narrativas para as editar por meios pictóricos que não afirmam ponto em qualquer linguagem predefinida, mas antes se desenvolvem conduzidos por uma prática orgânica, que combina densidade temática e delicadeza no trato. A artista parte de técnicas de diferentes mídias, como pintura, colagem e desenho para relacionar paisagens internas e externas, compondo jornadas visuais que passeiam ora pelo desconhecido, abstrato, nebuloso, ora por clareiras, visões e reaparições. Ao passo que suas obras exploram a complexidade do signo, do olhar e da imaginação, não se colocam numa única e determinada via de entendimento, mas seguem fluxos não lineares, abrindo-se a uma constante transformação das impressões. Nos territórios a que nos conduz, temos sempre de lidar com o inapreensível, o instante indizível.

Sem título consiste no acúmulo e na justaposição de memórias e imagens da artista, partindo de vivências pessoais, com referências diversas. Para ela, não se trata de afirmar predefinições sobre o que cada um vê ou sente. Ela coleta certas narrativas e as edita, em meios pictóricos que não têm uma linguagem pré definida, mas que se desenvolvem ao serem conduzidos numa prática orgânica, que combina densidade temática e delicadeza no trato.