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LANCES FINAIS
Randolpho Lamonier
Lote 072
Paleolítica Brasileira 2022, da série Anotações canalhas desta manhã
Randolpho Lamonier
Lote 072
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Lances iniciais em 18/11
Paleolítica Brasileira 2022, da série Anotações canalhas desta manhã, 2022

Costura, bordado, botões e carimbo sobre tecido e tela – Assinada

30 x 30 x 5 cm
R$ 10500,00
lance inicial
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Randolpho Lamonier (Contagem, 1988) é artista visual graduado pela Escola de Belas Artes da UFMG. Seu trabalho transita entre diferentes mídias, em especial a arte têxtil, o desenho, a fotografia, o vídeo e a instalação. Em sua pesquisa, palavra e imagem estão sempre em diálogo e costumam versar sobre micro e macro política, urbanidades, tretas sentimentais, crônicas, diários e múltiplos cruzamentos entre memória e ficção.
Randolpho tem participado de exposições no Brasil e no exterior, entre as quais se destacam: Who tells a tale adds a tail, Denver Art Museum, EUA, 2022; Histórias Brasileiras, MASP, São Paulo, 2022; My kind of Dirty, Fort Gansevoort Gallery, Nova York, EUA, 2021; On the shoulders of Giants, Galeria Nara Roesler, Nova York, EUA, 2021; Demain sera un autre jour, SAM Art Projects, Paris, França, 2020; 15e Lyon Biennale, Institut d’Art Contemporain Villeurbane, Lyon, França, 2019; 36º Panorama da Arte Brasileira, Sertão, MAM, São Paulo, 2019; What I really want to tell you?, Fundación Pablo Atchugarry, Miami, EUA, 2019; RECIPES FOR A B_R_Z_L_ ?, Spring-Break Art Show, Nova York, EUA, 2019; Arte, Democracia, Utopia, MAR, Rio de Janeiro, 2018; MitomotiM, Galpão Videobrasil, São Paulo, 2018 e Vigília, Palácio das Artes, Belo Horizonte, 2018.
O artista foi um dos ganhadores do Prêmio Pipa em 2020 e atualmente vive e trabalha em São Paulo.

Paleolítica Brasileira (2022) faz parte da série Anotações Canalhas Desta Manhã, iniciada em 2019. A série abarca um conjunto de têxteis e assemblages construídas com materiais diversos, como retalhos e estampas de roupas usadas e elementos domésticos deslocados de seu uso convencional, além de imagens coletadas de peças publicitárias, dos noticiários e de memes da internet. Essas composições, cujo sentido de leitura se abre a partir do título que nomeia cada uma delas, tecem breves e irônicos comentários sobre a vida cotidiana, além de reflexões sobre a guerra cultural, o horror social e a violência política, que assolam o Brasil desde o golpe parlamentar-jurídico-midiático sofrido em 2016.