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LANCES FINAIS
Sophia Pinheiro
Lote 070
Festa da Fúria
Sophia Pinheiro
Lote 070
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Lances iniciais em 27/11
Festa da Fúria, 2021

Desenho sobre papel Kraft 200gr. Lápis aquarelável, pastel oleoso, posca e grafite – Com moldura

21 x 30 cm
R$ 2450,00
lance inicial
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Sophia Pinheiro (1990) vive e trabalha em São Paulo. É pensadora visual, interessada nas políticas e poéticas visuais, processos de criação, gênero, sexualidade e epistemologias ameríndias. Formada em artes visuais (FAV-UFG), é doutoranda em Cinema e Audiovisual (PPGCine-UFF), mestre em Antropologia Social (PPGAS-UFG) e professora da Academia Internacional de Cinema do Rio de Janeiro na matéria ‘Cinemas de Invenção’. Ministra oficinas de desenho e cinema. Realizadora dos filmes “TEKO HAXY – ser imperfeita” (2018) co-dirigido com a cineasta Mbyá-Guarani Patrícia Ferreira Pará Yxapy e “Nhemongueta Kunhã Mbaraete” (Programa IMS Convida, 2020), em colaboração com Graciela Guarani, Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Michele Kaiowá, uma obra-processo de 16 vídeo-cartas. Curadora e co-criadora do Coletivo FAKE FAKE (Goiás, 2008 – 2016), coletivo de formação e práticas artísticas-pedagógicas em torno do desenho. Curadora da “Mostra Amotara – Olhares das Mulheres Indígenas” (Bahia, 2021) e do CineLage “Ocupar a terra, ocupar a tela – mostra de filmes com e por mulheres indígenas” (Parque Lage, Rio de Janeiro, 2019). Artista residente do Pivô Pesquisa 2021 Ciclo II. Foi artista bolsista do programa Formação e Deformação – Emergência e Resistência 2019 da Escola de Artes Visuais do Parque Lage (RJ).  Seus trabalhos já foram expostos no nordeste, centro-oeste, sudeste e sul brasileiros, além de países como Argentina, Paraguai, Espanha, Portugal e Alemanha.

A artista conta: “Realizo desde 2013 uma pesquisa com máscaras, gestos e os movimentos que os corpos trazem/fazem. Neste mundo patriarcal que ameaça a autonomia e a felicidade de nossos corpos, as “vândalas mascaradas” estão aí para se exibir, brincantes. Elas afirmam: nós queremos nossos corpos vivos, não só vivos porque estão sujeitos às violências, mas vivos porque possuem cheiros, gordura, carne, osso, sangue, transpiração. Em 2017 elas tomaram corpo com desenhos e traços finos em nanquim e máscaras coloridas. A pesquisa então desdobrou-se em oficinas e atos, extrapolando o desenho e adquirindo materialidades físicas. Desde 2020, buscando dar carne ao desenho, as vândalas possuem corpos coloridos.”