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LANCES FINAIS
Rodolpho Parigi
Lote 060
Black Bestiaire
Rodolpho Parigi
Lote 060
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Lances iniciais em 27/11
Black Bestiaire, 2021

Nanquim permanente sobre papel Fabriano 100% algodão – Edição 13 – Assinada – Com moldura

80 x 60 x 5 cm
R$ 14000,00
lance inicial
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Rodolpho Parigi (São Paulo, 1977) vive e trabalha em São Paulo. É artista, bacharel em Artes Plásticas pela Fundação Armando Alvares Penteado. Trabalha com desenho, pintura e performance. Exposições individuais incluem: Galeria Triângulo (São Paulo, 2018); Modelo vivo – Fancy Violence, Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, 2017); Galeria Nara Roesler (São Paulo, 2015); El Bestiário, Sketch (Bogotá, 2014); Rodolpho Parigi & Fancy Violence, Carbono Galeria (São Paulo, 2014); The Interview Room, Phosphorus (São Paulo, 2014). Exposições coletivas incluem: Male Nudes: a salon from 1800 to 2021, Galeria Mendes Wood Dm(São Paulo, 2021); Futuração, Galeria Aymoré (Rio de Janeiro, 2021); Monster High- parte 1, Olhão (São Paulo, 2020); A parte Maldita um esboço, Galeria SIM (São Paulo, 2019); Perdona que no te crea, Carpintaria (Rio de Janeiro, 2019);  Nightfall, Mendes Wood Dm (Bruxelas, 2018); Via Aérea, SESC Belenzinho (São Paulo, 2018); Queer Museu, Parque Lage (Rio de Janeiro, 2018); Histórias da Sexualidade, MASP (São Paulo, 2017). Participou de residências artísticas como FLORA Ars + Natura (Bogotá, 2011); Cité des Arts (Paris, 2009); Red Bull Station (São Paulo, 2011).

Black Bestiaire é um desenho de 2021 no qual Parigi explora algumas das formas características de sua produção imagética. “Meu trabalho acontece a partir do conflito entre realidade e ficção”, explica. “Exploro em desenhos, pinturas e performances um universo imagético de ficção auto-imaginado, habitado por figuras híbridas ou andróginas de beleza estranha, formas que habitam a superfície como corpos vivos que poderiam até mesmo respirar ou se mover. Desenho e pinto as figuras com a vontade de transfigurar corpos e ideias pré-estabelecidas, confusão de gêneros e a exploração das fronteiras entre imagens reais ou simuladas. As referências são do mundo da arte, da cultura popular ou mesmo clássica, renderizando tudo em uma mesma superfície, criando uma imagem que tenta alcançar uma sensação de prazer e confusão temporal”.