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LANCES FINAIS
Rebeca Carapiá
Lote 059
Palavras de ferro e ar - Escultura 16
Rebeca Carapiá
Lote 059
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Lances iniciais em 27/11
Palavras de ferro e ar - Escultura 16, 2020

Escultura em ferro – Edição única – Assinada

209 x 120 cm
R$ 14000,00
lance inicial
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Rebeca Carapiá (Salvador, 1988) vive e trabalha em Salvador. Artista visual formada pela Universidade Federal da Bahia, se interessa pelas relações produzidas entre a linguagem, o conflito, o corpo e o território. A partir da experiência e cotidiano no bairro do Uruguai, espaço que a constitui como artista, vem criando e organizando um conjunto de práticas e reflexões através de diferentes plataformas de exibição, formação e experimentação artística, visíveis e invisíveis ao circuito da arte contemporânea. A artista cria através de esculturas, desenhos, instalações, gravuras, textos e objetos uma cosmologia em torno dos conflitos das normas da linguagem e do corpo, além de ampliar um debate geopolítico que envolve memória, economias da precariedade, tecnologias ancestrais, dissidências sexuais e de gênero e as relações de poder entre o discurso e a palavra. Performando a desconstrução das geografias dos femininos, recorre a experiência com serralheria e materialidades como o cobre e o ferro para confrontar os discursos hegemônicos da arte e da política. Em 2020, apresentou sua primeira exposição individual, Como colocar ar nas palavras, na Galeria Leme em São Paulo. Exposições coletivas incluem: Enciclopédia Negra, Pinacoteca do Estado de São Paulo (São Paulo, 2021); Arte Em Campo: Uma ocupação no Estádio do Pacaembu (São Paulo, 2020); Metal contra as nuvens: Um encontro entre as artistas Koffi Mensah Akagbor de Burkina Faso e Rebeca Carapiá do Brasil (Online, 2020); Valongo International Image Festival – O melhor da viagem é a demora (Santos, 2019); Valongo International Image Festival – Não me guarde na retina (Santos, 2018).

Palavras de ferro e ar – Escultura 16 pertence à série Como colocar ar nas palavras. O trabalho de ferro envolve o processo de calandragem, solda, serralheria. O manejo com o ferro incorpora uma intensa comunicação com práticas ancestrais e espirituais. Segundo a curadora Diane Lima: “Palavras de ferro e ar acaba por confrontar os discursos hegemônicos da história da arte ampliando o nosso modo de leitura através do repertório ancestral que corta a trajetória da artista”.