A Roda | Movimento e Contra movimento (2025) é um díptico. Na primeira peça, maior, o movimento aparece a partir da réplica de sombras. Utilizando luz específica, os raios da roda criam uma espécie de cinética visual. Na segunda parte, aponta-se para a falha do movimento, já que o acréscimo de um segundo eixo torna a rotação impossível.
Eneida Sanches (1962) mora e trabalha em São Paulo. Graduou-se em arquitetura e urbanismo pela UFBA, e fez cursos livres na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia, além de ter estudado gravura em metal nas Oficinas do MAM Bahia. A partir de 2000, passa a apresentar obras relacionadas ao tema do Transe e a usar a gravura de forma expandida: objetos, instalações e projeções com videomapping.
Participou de exposições e passou por instituições como: XXIV Salão de Artes MAM Bahia; Festival Vídeo Brasil (SP); 3ª Bienal da Bahia; Estratégias do Feminino, Farol Santander; Bienal do Mercosul; Salão Anapolino de Artes Visuais; Centro Cultural São Paulo – CCSP; Modernistas Desde Aquí no Paço das Artes (SP); 37º Panorama da Arte Brasileira – MAM SP; Contemporary Center for Arts, Rockland, Estados Unidos; DOS BRASIS, Sesc Belenzinho; Direito à Forma, Galeria Fonte, Inhotim; Lélia Gonzalez, Sesc Vila Mariana; Mãos – 35 anos da Mão Afro Brasileira, MAM SP; Ancestral, CCBB em SP, BH, RJ e BA.

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