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LANCES FINAIS
Lucas Simões
Lote 051
Risco (N.1)
Lucas Simões
Lote 051
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Lances iniciais em 27/11
Risco (N.1), 2020

Aço Carbono e Papel – Edição única

47 x 57 x 21 cm
R$ 18900,00
lance inicial
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Lucas Simões (Catanduva, 1980) vive e trabalha em São Paulo. A exploração da matéria como forma de expressão na obra de Lucas Simões não é, como a primeira vista pode parecer, um fetiche pela materialidade, mas ao contrário, uma pesquisa que pretende preencher de significado o suporte do objeto artístico. Sua formação como arquiteto, onde técnica e poética estão profundamente entrelaçadas, dá uma das possíveis chaves de entendimento de sua produção. Pintura, cartografia, livros, fotografia, concreto, aço e papel já foram objetos de sua investigação. Através de uma experimentação cotidiana com a matéria e o saber-fazer, o artista encontra os meios necessários de expressão, como nas esculturas e instalações mais recentes em concreto, que refletem sua pesquisa sobre arquitetura brutalista e o fracasso do seu sentido utópico. Realizou exposições individuais no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Recife, Brasil), na Caixa Cultural (São Paulo e Rio de Janeiro, Brasil) e no Pivô Arte e Pesquisa (São Paulo, Brasil). Também participou de mostras na 10ª Bienal do Mercosul (Porto Alegre, Brasil), Zacheta National Gallery (Varsóvia, Polônia), Astrup Fearnkey Musset (Oslo, Noruega), Itocho Ayoama Art Square (Tóquio, Japão), Museu Brasileiro da Escultura (São Paulo, Brasil) e no no Instituto Figueiredo Ferraz (Ribeirão Preto, Brasil). Suas obras fazem parte das coleções públicas do Itaú Cultural (São Paulo, Brasil), Museu de Arte do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Brasil) e Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (São Paulo, Brasil).

Risco (N.1) pertence à série Desenhos. O trabalho faz parte de um conjunto de obras escultóricas que tensionam a prática do desenho como intenção de construção e dissecação do espaço em branco. A série de 2020, explora o gesto simples do traço, que no trabalho se tornam cortes e sulcos que atravessam resmas inteiras de papel, definindo a construção do desenho. Seus pontos de tensão são sustentados por chapas de aço, que além do suporte da obra, funcionam como réguas para o movimento pretendido nas folhas.