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LANCES FINAIS
Manuela Costa Lima
Lote 050
Я
VENDIDO!
Manuela Costa Lima
Lote 050
Dê seu lance CADASTRE-SE
Lances iniciais em 18/11
Я, 2021

Feltro, resistência elétrica, tubo de silicone, prego de cobre e linha de algodão encerado

60 x 15 x 4 cm
R$ 3500,00
lance inicial
Confira os lances

Manuela Costa Lima (São Paulo, 1983) é formada em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP e caminha para encontrar o outro. A cidade, com toda sua vitalidade e densa trama de relações, é o ponto de partida de grande parte de seus trabalhos, que se constroem no diálogo entre corpo e cidade, e se realizam em esculturas, desenhos, instalações, dentre outros suportes. É no olhar sensível aos desvios, infiltrações, improvisos e “puxadinhos” que trazem vida à grelha urbana que a artista recolhe material físico e conceitual para seus trabalhos. Participou de exposições no Brasil, na França, em Portugal e nos Estados Unidos. Dentre individuais, destacam-se:  Noites Brancas, Quadra (São Paulo, 2021); Escape Entrópico, Quadra (Rio de Janeiro, 2019); Fragmentação, Peso e Leveza, Galeria Virgílio (São Paulo, 2016); Paragens, Fundação Cultural Badesc (Florianópolis, 2015); Pedras Errantes, Galeria Zipper (São Paulo, 2015) e O Duplo, Casa Da Cultura De Paraty (2014).Dentre as coletivas, estão Desmanchar, Desfaz, Quadra (São Paulo, 2022); Piscina Paralela, Sp-Arte (São Paulo, 2022); Estamos Aqui, Sesc Pinheiros (São Paulo, 2022); Tramas e Travessias, Massapê (São Paulo, 2021); Cuca, Massapê (São Paulo, 2019); Nothing In Isolation, galeria Pablo’s Birthday (Nova York, 2018), Que Barra, Ateliê397 (São Paulo 2018); Momentum, Vão (São Paulo, 2018); Imaginação da Pedra, Consulado Geral De Portugal (São Paulo, 2017); Elogiamos a Casa que se Abre a Perder de Vista, Bolsa De Arte (São Paulo, 2017), Explore, CACN – Centre D’art Nîmes (Nîmes, 2017) e Bienal de Cerveira – Exposição dos Artistas Residentes (Cerveira, 2016). Foi artista residente no Pivô (São Paulo, 2019), na FONTE (São Paulo, 2018) e na Bienal de Cerveira (Vila Nova de Cerveira, 2016).

O trabalho integrou a exposição Noites Brancas, individual de Manuela Costa Lima. A mostra – e seus trabalhos – surgiram após uma série de diálogos da artista com o curador Fernando Mota acerca dos cruzamentos entre arte contemporânea, urbanismo, literatura russa e religião. Em síntese, a mostra trata das mais variadas formas de interpretação da iluminação. O fenômeno das noites brancas ocorre nas semanas próximas ao solstício de verão do norte da Rússia e, em termos científicos, representa o chamado crepúsculo civil: quando o sol não se põe por completo, permanecendo por algumas horas atrás do horizonte antes de nascer novamente, de forma que não há escuridão absoluta. Assim, a noite se funde ao dia, e, por consequência, a percepção atmosférica afeta temporariamente o comportamento e as dinâmicas da sociedade local.