Lances iniciais em 19/10
Papel e zinco
Carolina Cordeiro (1983) vive e trabalha em São Paulo. É sócia-fundadora da GDA – Galeria de artistas, e representada pela galeria Galatea. Doutora pelo Departamento de Artes da ECA-USP em teoria, ensino e aprendizagem (2021), e graduada em desenho pela EBA-UFMG (2008).
Suas mostras recentes incluem: AMASSO, Bruno Baptistelli e Carolina Cordeiro, GDA (Galeria de Artistas), São Paulo (2025); O tempo é, Galatea, São Paulo (2023); América do sal, GDA, São Paulo, (2021); Dizem que há um silêncio todo negro, Auroras, São Paulo/SP (2019). E as coletivas: Aberto 3, curadoria Kiki Mazzucchelli, São Paulo (2024); Eterno Egito, curadoria Lucas Albuquerque, Casa Museu Eva Klabin, RJ (2024); Pessoas Negras São O Silêncio Eles Não Podem Entender, GDA, SP (2024); Galerie d’Artistes, GDA, Bruxelas, Bélgica (2024); Warm sun cold rain, Galpão Cru, curadoria Julie Dumont/ The Bridge Project, SP (2023); Andar pelas bordas: bordado e gênero como prática de cuidado, Arte 132, curadoria de Lilia Schwarcz, SP, (2023). Teve também um projeto solo na Artissima Fair, Turin, 2025, Galatea.
Participou das residências artísticas: Casco – Programa de integração arte e comunidade, Rio Grande do Sul (2021); Pivô, São Paulo (2019); Red Bull Station, São Paulo (2016); Homesession, Barcelona (2011); Glogauer, Berlim (2009).
Sem título (2025) é um desenho feito com zinco, material que a artista pesquisa desde 2019. Cordeiro se interessa pelas letras das canções brasileiras, especialmente sambas, que, ao longo de todo o século 20, apresentam o zinco como elemento construtivo. Assim, inclui o material em diversas obras e instalações que realiza.
O desenho já esteve presente na exposição Adiar a Ordem, com curadoria de Fernanda Morse, na Galatea, São Paulo, 2025.




