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LANCES FINAIS
Anna Maria Maiolino
Lote 045
Sem título
Anna Maria Maiolino
Lote 045
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Lances iniciais em 27/11
Sem título, 2014

Fotografia digital – P.A. (3 + 2 P.A.) – Assinada – Com moldura

25 x 18,5 cm
R$ 14000,00
lance inicial
Confira os lances

Anna Maria Maiolino (Scalea, Itália, 1942) vive e trabalha em São Paulo. Nos anos 1960, participa da Nova Figuração, movimento de reação à abstração e tomada de posição frente ao momento político brasileiro, e integra em 1967 a mostra Nova Objetividade Brasileira, no MAM, Rio de Janeiro. Na década de 1970, experimenta em mídias como poesia, filme Super 8, performance, fotografia, além de continuar com desenho, pintura, gravura e escultura. A partir da década de 1990, inicia trabalhos sonoros. Exposições individuais recentes incluem: In the sky I am one and many and as a human I am everything and nothing, Kunsthaus Baselland (Basel, 2021); By a Thread, SCAD (Savannah, Georgia, 2020); Anna Maria Maiolino: Making Love Revolutionary, Whitechapel Gallery (Londres, 2019); O amor se faz revolucionário, PAC Padiglione d’Arte Contemporanea (Milão, 2019); EM TUDO – TODO, Galeria Luisa Strina (São Paulo, 2019). Anna Maria Maiolino, MoCA (Los Angeles, 2017); Tudo Isso, Hauser & Wirth (Zurique, 2016). Exposições coletivas recentes: Collezioni nel 2020, MAXXI – National Museum of 21st Century Art (Roma, 2020); Farsa, SESC Pompéia (São Paulo, 2020); Clarice Lispector: Laços, IMS – Instituto Moreira Salles (São Paulo, 2020). A obra de Maiolino compõe importantes coleções públicas e privadas em todo o mundo, incluindo a Galeria Nacional de Arte Moderna em Roma, Itália; Pinacoteca do Estado de São Paulo, Reina Sofia em Madrid, Espanha e MoMA, Museu de Arte Moderna, Nova Iorque, Estados Unidos.

O trabalho de 2014 compõe a série fotográfica Fotopoemação. A série é resultante da elaboração de imagens provenientes dos seus poemas escritos e de imagens reorganizadas, retiradas de “making of” de filmes Super 8, vídeos digitais e performances. Muitas dessas obras fotográficas foram realizadas em colaboração com amigos fotógrafos. No entanto, nos últimos anos as fotografias são de sua autoria, feitas com câmera digital. A série, além de constituir-se em desafios de labor poético, é também um instrumento eficiente de inovação e de liberdade, e representa o resultado do pensar as coisas do mundo, na tentativa de transformar o que vivemos em consciência.