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LANCES FINAIS
arquivo mangue (cafira zoé)
Lote 044
“antes de ser país éramos árvore” makumba gráphyka vermelha y branca
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Lote 044
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Lances iniciais em 27/11
“antes de ser país éramos árvore” makumba gráphyka vermelha y branca, 2021

Tecido morim e tinta branca – Edição única – Obra assinada

100 x 50 cm
R$ 4900,00
lance inicial
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cafira zoé (Brasópolis, 1987) vive e trabalha em São Paulo. É poeta e multi-artista, atua com videoarte, fotografia e artes visuais e do corpo. Cafira é mestre em psicologia clínica e estudos da subjetividade pela PUC-SP e colabora com o Teatro Oficina desde 2015. Fez parte da exposição coletiva “uns”, no espaço Breu (São Paulo, 2017), com a instalação fotográfica “Rio: plano sequência sobre cidade partida”. Colaborou com a “autoescola insular” na 33ª Bienal de SP (São Paulo, 2018) e integrou a mesa “Antropoceno” na 12ª Bienal de Arquitetura de SP (São Paulo, 2019). Em 2021, foi Poeta convidade do dossiê “Poetas contemporâneas do Brasil”, pela Editora Unicamp, ao lado de nomes consagrados como Alice Ruiz, Conceição Evaristo e Ana Martins Marques e vencedora do Prêmio Antonio Bivar em 2020, com a ficção kósmica “o olho do galo”. Exposições recentes incluem: Manjar: Re-conhecimento, Solar dos Abacaxis (Rio de Janeiro, 2019). No âmbito cinematográfico escreveu e dirigiu o curta de ficção-científica “as gaivotas que nascem dos tremores da terra” (2020), premiado no edital Arte como Respiro, do Itaú Cultural e “avá – até que os ventos aterrem” (2021). Atua como artista e performer no arquivo mangue, organismo vivo de trabalho e produção no cruzamento das linguagens do teatro, do vídeo, da poesia e das artes visuais, em parceria com camila mota.

“antes de ser país éramos árvore” makumba gráphyka vermelha y branca é um trabalho ritual e faz parte da série para os rios que correm subterrâneos no avesso do céu. A série é uma obra viva em parceria com a artista camila mota. Nas palavras da artista “ é um gesto y um feitiço traçado por duas obras que riscam juntas um ponto de des-massacre para as águas que correm dentro y fora de nós em contracena com os rios tamponados de São Paulo”.