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Alexandre da Cunha
Lote 042
Lance inicial
R$ 77000,00
Morning VI, 2016
Travesseiro de viagem, camiseta, acrílica, tela. Ed. única
50 x 50 x 9 cm
LANCES INICIAIS
LANCES FINAIS
Sobre a obra

Morning VI (2016) é uma obra de técnica mista composta por objetos e materiais como travesseiro de viagem, camiseta, acrílica e tela. Em sua prática, Alexandre da Cunha utiliza materiais comuns e objetos cotidianos, frequentemente retirados de contextos domésticos ou urbanos, resultantes de gestos simples e precisos, não de transformações técnicas complexas. Cria composições escultóricas—colagens espaciais—que extraem desses objetos novas relações formais e simbólicas. Desse modo, propõe diálogos entre diferentes escalas culturais: do cotidiano urbano às tradições populares, das artes decorativas ao modernismo, produzindo contrastes que revelam tensões de ordens social, econômica e material.

Sobre Alexandre da Cunha

Contrapondo e mesclando materiais, e através do estabelecimento de diálogos entre eles, repertórios e objetos de diferentes origens e destinados a diferentes usos, Alexandre da Cunha (1969) opera de forma crítica dentro de uma escala de valores que une cultura brasileira pop e modernismo, artes decorativas e cultura pop britânica.

Exposições recentes incluem as individuais Travessia, Luisa Strina, São Paulo, Brasil (2024); Thomas Dane Gallery, Londres, Inglaterra (2023); Thomas Dane Gallery, Nápoles, Itália (2020); Duologue – com Phillip King, The Royal Society of Sculptors, Londres, Inglaterra (2018); Boom, Pivô, São Paulo, Brasil (2017); e Mornings, Office Baroque, Bruxelas, Bélgica (2017); e as coletivas Material Worlds: Contemporary Artists and Textiles, Warwick Arts Center, Coventry, Inglaterra (2024); Histórias da Sexualidade, MASP, São Paulo (2017); When Attitudes Became Form Become Attitudes, Museum of Contemporary Art Detroit (2013); 30ª Bienal de São Paulo (2012). Entre os trabalhos de intervenção urbana, destacam-se as obras comissionadas pelo Art on the Underground para a estação de metrô Battersea, Londres (2021); e pelo MCA Chicago. Possui trabalhos nas coleções Tate Modern; Museu de Arte da Pampulha; Instituto Inhotim; CIFO Coleção Cisneros; Coleção Zabludowicz; Pinacoteca do Estado de São Paulo; e FAMA.