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LANCES FINAIS
Janina McQuoid
Lote 032
Bangalô
Janina McQuoid
Lote 032
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Lances iniciais em 27/11
Bangalô, 2020

Resina pigmentada e fibra de vidro – Edição única – Assinada

34 x 45 x 3 cm
R$ 4900,00
lance inicial
Confira os lances

Janina McQuoid (São Paulo, 1989) vive e trabalha em São Paulo. É graduada em estudos visuais pela School of the Art Institute of Chicago, ênfase em artes plásticas, teoria e prática. Sua pesquisa artística está centrada no improviso. Suas obras retém memórias e sensações que aguçam nosso instinto curioso de traçar desenhos e histórias apenas com a percepção. Suas escolhas figurativas, irônicas ou bem-humoradas, estão associadas ao rabisco livre, não porque são imagens em estágio de esboço, mas porque podem se referir também ao que foi reduzido e desgastado pelo tempo. Janina inventa métodos improváveis para estruturar seus trabalhos, acomodando as possibilidades cromáticas e de textura que surgem ao misturar escultura, objeto, pintura e desenho na mesma composição artística. Exposições individuais incluem: Um sorriso é uma espada BFA Boatos (São Paulo, 2015); Miruca, BFA Boatos (São Paulo, 2016); Mais uma e você está ciao ciao Bambina, Galeria Pilar (São Paulo, 2018); Rapsódia do Côco, Projeto Vênus (São Paulo, 2021); Sentindo-se ok essa manhã e você sabe, Olhão Barra Funda (São Paulo, 2019). Participou das exposições coletivas: Convocatória para um Mobiliário Brasileiro, MASP (São Paulo (2016); Arthur, Janina, Marco e Pedro, Jacaranda (Rio de Janeiro, 2017); Ai-5 50 Anos – Ainda não terminou de acabar, Instituto Tomie Ohtake (São Paulo, 2018); Nine out of ten, Projeto Vênus (São Paulo, 2020); Matrioshka, Bergamin Gomide (São Paulo 2020).

Bangalô é feito de resina pigmentada amassada no dedo e pinceladas sobre fibra de vidro. O trabalho se assemelha a um inseto, um nascer do sol, ou pôr do sol. Janina experimenta livremente materiais moles com pedaços de coisas que já existem e carregam sempre consigo algum tipo de recordação e as consequentes deformações da memória. O trabalho reutiliza sobras de outro objeto, resultando uma nova criação. Bangalô foi exposto na exposição Matrioshka, na galeria Bergamin Gomide em 2020.