FECHAR
PT / EN
LANCES INICIAIS
LANCES FINAIS
João Loureiro
Lote 023
Sem título
João Loureiro
Lote 023
Dê seu lance CADASTRE-SE
Lances iniciais em 19/10
Sem título, 2024

Nanquim e guache sobre papel jornal. Ed. única

38 x 27,5 x 4 cm
R$ 7300,00
lance inicial
Confira os lances

João Loureiro (1972) é mestre em poéticas visuais pela ECA-USP (2007) e licenciado em artes plásticas pela FAAP (1995).

Entre suas individuais estão Escala de Cinzas, no LAM – Lisse Art Museum / Pinacoteca do Estado de São Paulo / MPavilon (Lisse, São Paulo e Melbourne, 2024), Desacordados, na Sé Galeria (São Paulo, 2023), Fato Gato, na Capela do Morumbi – Museu da Cidade (São Paulo, 2023), The Devil in the street, in the middle of the whirlwind, no Artists Club Coffre Fort, (Bruxelas, 2021), Reprodução assistida, Projeto 1:1, na galeria Jaqueline Martins (São Paulo, 2018), Fim da Primeira Parte, na Galeria Vermelho (São Paulo, 2011), Blue Jeans, no Projeto Octógono de Arte Contemporânea da Pinacoteca do Estado (São Paulo, 2009).

Participou também das exposições A Máquina do Mundo, na Pinacoteca do Estado de São Paulo (2021), Modos de ver o Brasil: Itaú Cultural 30 anos, na Oca (São Paulo, 2017), Brasil, Beleza!?, no museu Beelden aan Zee (Haia, 2016), Ao Amor do Público, no Museu de Arte do Rio – MAR (Rio de Janeiro, 2016), Open Borders/Crossroads Vancouver Biennale (Vancouver, 2014), e Panorama da Arte Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo (2005) entre outras. Recebeu, em 2004, a Bolsa Vitae de Artes Visuais, e em 2007, foi premiado no Edital Arte e Patrimônio – IPHAN/MINC/Petrobras, realizando a instalação permanente “JAZ”, em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul.

Sem título (2024) é um desenho de correntes. Loureiro explora diversas mídias, com áreas de interesse distintas, formando um corpo de trabalho bastante abrangente. Nesse processo, o desenho costuma ser o campo em que são desenvolvidas as formas e testadas as operações para peças tridimensionais, instalações, animações etc. Como atividade cotidiana, é inevitável que o próprio campo do desenho acabe sendo investigado e pensado criticamente. Nesse contexto surgem desenhos como esse das correntes, que se apropria de uma representação codificada e que usa áreas de velatura para fazer oscilar a apreensão entre o objeto representado e a materialidade da sua representação.