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LANCES FINAIS
Gustavo Speridião
Lote 020
Aquela tarde de verão
Gustavo Speridião
Lote 020
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Lances iniciais em 27/11
Aquela tarde de verão, 2019

Desenho sobre papel – Edição única – Com moldura

36 x 47 cm
R$ 3500,00
lance inicial
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Gustavo Speridião (Rio de Janeiro, 1978) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Seus trabalhos são regidos pela ideia de Kino-Glaz, do cinema avant-garde russo que pode ser traduzida grosseiramente por “cinema-olho”. Suas ações têm foco na ideia de que o meio artístico deve imitar o olho humano, utilizando esta técnica para explorar situações da vida cotidiana. Sua prática inclui desenhos, colagens, pinturas, instalações e esculturas. Seu trabalho é caracterizado por justaposições espirituosas, atenção à linguagem, ao enquadramento e à cor. Em 2020 participou da exposição coletiva “Chronicle du Trouble” curada por Thierry Raspail na galeria Les Filles du Calvaire, Paris. Participou da exposição itinerante “Imagine Brazil” sob curadoria de Gunnar B. Kvaran, Thierry Raspail and Hans Ulrich Obrist entre 2013-2015. Em 2017, apresentou as individuais “Quilômetros” na Sé Galeria, São Paulo e “Geometrie. Montage. Equilibrage. Photos and Videos” na Maison Europeene de La Photographie, em 2013, em Paris. Dentre os prêmios recebidos, destacam-se o Projéteis Artes Visuais, da Funarte, em 2007 e o Marcantonio Vilaça/FUNARTE (Aquisição para o acervo do Museu de Arte Contemporânea de Niterói), em 2010. Suas obras estão em importantes coleções públicas brasileiras como a do Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, a Coleção Gilberto Chateaubriand (Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro), a do Museu de Arte Contemporânea de Niterói e a do Museu de Arte do Rio de Janeiro.

A obra doada para o 10º Leilão Anual do Pivô é um desenho sobre tela de 2019. Aquela tarde de verão carrega traços simples. Segundo Miguel Chaia, crítico e curador, “Seus trabalhos trocam referências e signos entre si – possuem o quadrado, os retângulos com as bordas irregulares, a cor preta sozinha ocupando as áreas, grafismos rápidos e palavras indicativas. A parcimônia no uso de materiais, a síntese na construção das formas, a sobriedade no plano e no espaço, o uso exclusivo de uma cor, trazem lembranças do brutalismo”.