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LANCES FINAIS
Maya Weishof
Lote 018
Cobra
Maya Weishof
Lote 018
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Lances iniciais em 18/11
Cobra, 2020

Grafite e lápis de cor sobre papel – Edição única – Assinada – Com moldura

42 x 30 cm
R$ 8400,00
lance inicial
Confira os lances

Maya Weinshof (Curitiba, Brasil, 1993) vive e trabalha em São Paulo, Brasil.
A artista realiza pinturas e desenhos sobre superfícies moles, utilizando-se de fragmentos, distorções, caricaturas e criaturas híbridas na concepção de imagens em que corpo e paisagem revelam-se como substância mútua. Weishof toma o desenho como núcleo do seu trabalho na medida em que o constrói a partir de memórias, mitos, cenas que dialogam com a história da arte e, mais especificamente, com a história das imagens. Sua obra busca escapar à premissa de uma narrativa linear ou fechada em si mesma, expandindo o aporte figurativo a um imaginário de múltiplos desdobramentos semânticos.
Graduada em Artes Visuais pela Universidade Federal do Paraná em 2016, foi selecionada para o programa de residência artística de Zaratan Arte Contemporânea em Lisboa, Portugal e para o programa Novas Poéticas, que incluiu estudantes de Artes Visuais de todo o Brasil. Em 2019, foi selecionada para o programa de residência artística Pivô Arte e Pesquisa, em São Paulo. No mesmo ano, foi convidada pela Cisterna Galeria em Lisboa para participar no programa de residência C-Lab. Em 2022, participou da residência da Cité Internationale des Arts, Paris, França.
Dentre suas exposições individuais, destacam-se: Espelho Espanto, Simões de Assis, e Primeiros Sóis, auroras, São Paulo, 2020; Os substitutos, Boiler Galeria, Curitiba, 2019; Há sempre um corpo que sobra, curadoria de Nathalia Lavigne, Zipper Galeria, São Paulo, 2018. Integrou as coletivas Female Voices of Latin America, MADC, Costa Rica e Electric Dreams, curadoria de Raphael Fonseca, galeria Nara Roesler, Rio de Janeiro, 2021; Contigere, Cisterna Galeria, Lisboa, Portugal e Monster High, Olhão, São Paulo, SP, 2020.

Cobra faz parte de uma série de desenhos produzida no primeiro ano da pandemia de Covid-19. Fez parte da individual Primeiros Sóis, apresentada no auroras, em 2020. Os desenhos são obras, mas também são um turbilhão — alfabeto de ideias para futuras pinturas, como se, através deles, a artista descobrisse seu próprio trabalho.