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LANCES FINAIS
Pontogor
Lote 003
Ruína
Pontogor
Lote 003
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Lances iniciais em 27/11
Ruína, 2021

200 palitos de dente em cobre maciço amontoados – Edição única – Dimensões variáveis

3 x 18 x 18 cm aproximadamente
R$ 5600,00
lance inicial
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Pontogor (Rio de Janeiro, 1981) vive e trabalha em São Paulo. Sua pesquisa utiliza diversos meios como vídeo, fotografia, instalação, performance e música. Pontogor investiga os ruídos e o desgaste de imagens e sons, usando erros e acasos como ferramentas. Seu processo criativo se planifica desde o pensamento hermenêutico em direção à soluções sensoriais para plasmar problemáticas filosóficas sobre espaço e tempo. Participou de residências artísticas como Batiscafo, em Cuba; Air Antwerpen, na Bélgica; Urra, em Buenos Aires, entre outras. Também faz parte da Cia. UEINZZ de teatro. Participou da 29a Bienal de São Paulo com Terreiro a pele do Invisível (2010); da exposição AI-5 50 Anos – Ainda não terminou de acabar (Instituto Tomie Ohtake, 2018) com curadoria de Paulo Miyada; Performance Arte Brasil (MAM-RJ, 2011) curada por Daniela Labra. Em 2007 ganhou o prêmio Prodem na Bienal Siart em La Paz, Bolívia com a vídeo/instalação Pianos. Dentre as individuais de destaque estão Frente à realidade, desisto (Paço das Artes, São Paulo, 2017); Ação (Centro Cultural Banco do Nordeste, 2010) com curadoria de Beatriz Lemos; Labirinto de Hermes no programa Hello.Again (Pivô, São Paulo, 2015) e Apenas uma Pedra (2018) na Sé galeria onde é artista representado.

Ruína, de 2021, é um trabalho composto de duzentos palitos de dente em cobre maciço amontoados. No âmbito das reverberações corporais, a miniaturizada Ruína – apresentada como um improvável mockup de uma caixa de palitos de dente feita de fios de cobre– depende tanto da sensibilidade artificialmente aguçada, irritadiça, que emerge da experiência “conjuntural” das quarentenas e do isolamento social, quanto de um moto filosófico mais perene: justamente aquele que vê no exagero a única ferramenta possível para descrever estruturalmente a realidade histórica do presente capitalista.