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LANCES FINAIS
Moara Tupinambá
Moara Tupinambá
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Moara Tupinambá (Belém do Pará, PA, 1983) é artista visual e ativista das causas indígenas. Natural de Mairi (Belém do Pará), cuja ancestralidade genealógica origina-se da região do baixo Tapajós (Vila de Boim e Cucurunã), atualmente vive em contexto urbano. Faz parte do coletivo de mulheres artistas paraenses (MAR), é sócia do Colabirinto e vice-presidente da associação multiétnica Wyka Kwara. Radicada em Campinas, trabalha com múltiplas plataformas, como desenho, pintura, colagens, instalações, vídeo-entrevistas, fotografias e literatura. Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. Fez parte da residência de artistas do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro em 2021. Foi premiada no 67º Salão Paranaense do Museu de Arte Contemporânea do Paraná e finalista do Prêmio Sim de Igualdade Racial, na categoria Arte em Movimento. Expôs em Ressurgences of Amazon, no Kunstraum Innsbruck, Áustria , junto de Emerson Uyra. Em 2020, seu projeto Museu da Silva foi selecionado para a 30ª edição do Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo. Participou, com Janaú, da Bienal Nirin em Sidney (curadoria de Brook Andrew, 2019)e, no mesmo ano, foi palestrante no Seminário Histórias Indígenas, MASP (2019); curou a exposição Agosto indígena (São Paulo, 2019), da Teko Porã. Como artista, participou da exposição coletiva Re-antropofagia, curadoria de Denilson Baniwa e Pedro Gradella, Centro de Artes da UFF (Niterói, 2019). Foi indicada ao Prêmio de Arte e Educação da Revista Select, em 2018, pelo projeto IIª Bienal do Ouvidor 63, ocorrido na maior ocupação artística de São Paulo, projeto que organizou e atuou como curadora, junto a outros artistas. Seu livro O sonho da Buya-wasú foi lançado pela editora Miolo Mole.

Este trabalho é composto de desenhos sobre a história das Icamiabas do Rio Amazonas, memória muito presente nas histórias indígenas, dos ribeirinhos e caboclos. De origem Tupi i + kama + îaba, cujo significado é “peito partido” é a história de uma sociedade matriarcal de mulheres indígenas guerreiras. Atualmente, as mulheres são muito presentes na organização de vida amazônida, e vêm conquistando cada vez mais cargos de lideranças na sociedade, tanto as mulheres indígenas quanto ribeirinhas, quilombolas e caboclas. Neste tríptico há uma icamiaba vestindo a da muiraquitã, amuleto da sorte muito popular na cultura amazônida, oferecido como presente entre as mulheres.

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