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LANCES FINAIS
Julia da Mota
Julia da Mota
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Lances iniciais em 18/11
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Julia da Mota (São Paulo, 1988) vive e trabalha em São Paulo. Mestra em Artes Visuais pela ECA-USP e Arquiteta e Urbanista pela FAU-USP / ENSA-Paris La Villette, Julia da Mota expôs seus trabalhos em instituições culturais e galerias no Brasil e na Europa, tais como a Casa das Artes em Belém (PA), o Museu de Arte de Ribeirão Preto (SP), o Museu de Arte de Blumenau (SC), Pivô (SP), Arte FASAM Galeria (MG), Janaína Torres Galeria (SP), Galera Fermay (Palma, Espanha), LAMB Arts (Londres, Reino Unido) e Association Mouvement d’Art Contemporain (Chamalières, França). Participou dos programas de residências artísticas Pivô Arte e Pesquisa (SP, 2021), foNTE (SP, 2019), East London Printmakers (Reino Unido, 2019) e LAMB Arts Billingbear Farm (Reino Unido, 2018).

Tato (2021) é uma pintura feita com tinta acrílica sobre tela de algodão. Julia da Mota trabalhou com a tinta fluida e diluída, diretamente sobre uma tela de fina de algodão crua, criando a imagem a partir da sobreposição de sucessivas camadas pictóricas que secam lentamente. Essa obra faz parte do corpo de trabalho desenvolvido pela artista durante sua residência no Pivô Arte e Pesquisa em 2021, no contexto da pandemia de Covid-19, em que o movimento e contato físico tornaram-se limitados para grande parte das pessoas. Nestes trabalhos, da Mota buscou uma forma de romper com a restrição das barreiras impostas pela necessidade de se estar imóvel. Utilizando a linguagem da abstração como forma de meditação visual, a artista questiona a ideia de paisagem como algo a ser olhado de dentro para fora. Julia da Mota se interessa pelo fenômeno de como uma paisagem é construída dentro de nossos imaginários. Tato remete a um espaço íntimo e carnal, uma abstração aberta a inúmeras interpretações. O vazio resultante do espaço onde o suporte permanece intocado gera uma espécie de tensão: são morros que quase se encostam, mas que ao mesmo tempo estão separados por um sutil abismo. Em pesquisas recentes, a artista tem se voltado para aspectos corpóreos dentro de suas paisagens. Pode o corpo ser considerado uma?

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