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LANCES FINAIS
David Almeida
David Almeida
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David Almeida (Brasília, DF, 1989) vive e trabalha em São Paulo, SP.
Sua pesquisa se desenvolve em torno da experimentação pictórica em diversos meios e suportes como tela, linho, madeira, cerâmica e gravura. Como eixo principal estão as problemáticas do espaço e do corpo em percurso, explorando a visualidade do território íntimo, da cidade e da paisagem regional brasileira. Investiga os limites entre a paisagem e o imaginário, ora enfatizando a densidade dos materiais, ora deslocando os elementos naturais em telas de tom metafísico e espiritual. Almeida engendra os conceitos de memória, corpo, fantasmagoria e percepção óptica, criando pinturas em que o íntimo de uma cultura ou de um povo se manifesta de forma sutil na paisagem. Em seu trabalho, lugares e sensações dialogam com o método e os procedimentos da representação, em que se relacionam, por exemplo, a densidade pictórica de um noturno com o processo oblíquo de construí-lo como imagem.
David Almeida é formado em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília. Realizou a mostra individual A task of wonders, durante a residência no Espronceda Art Center, em Barcelona, Espanha (2020). Dentre suas principais individuais estão: Arriba do Chão, Millan, São Paulo, SP (2022); Lindeza, Referência Galeria de Arte, Brasília, DF (2019); Encalço, Mult.i.plo Espaço Arte, Rio de Janeiro, RJ; Paradeiro, Zipper Galeria, São Paulo, SP (2018) e Asseidade da Fenda, Elefante Centro Cultural, Brasília, DF (2016).
Indicado ao Prêmio PIPA em 2022, foi premiado em 2015 e 2013 pelo Salão de Arte de Jataí, em 2014 pelo 20º Salão Anapolino de Arte e em primeiro lugar no I Prêmio Vera Brant de Arte Contemporânea em 2016. Participou de mostras coletivas como Contramemória, Theatro Municipal de São Paulo, SP; In Residency, Residency Unlimited, Nova York, EUA (2022); Postcards, Galleri Magnus Karlsson, Estocolomo, Suécia; Um lugar nenhum: Paisagens contemporâneas, Galeria Marília Razuk, São Paulo, SP (2021); Segunda Naturaleza, Fernando Pradilla, Madri, Espanha (2020); Triangular – arte desse século, Casa Niemeyer, Brasília, DF (2019); Scapeland – Território de Trânsito Livre, Memorial da América Latina, São Paulo, SP (2018); UNS, Library of Love, Contemporary Art Center, Cincinnatti, EUA (2017); Salão Transborda Brasília 2016, Caixa Cultural Brasília, DF (2016), entre outras.

Pisa quente faz parte de um conjunto de pinturas realizadas no início do ano, durante uma peregrinação de 26 dias em solo cearense. A pintura foi feita na divisa da fronteira entre Piauí e Ceará, na Serra da Ibiapaba.

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